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quinta-feira, 22 de março de 2012

Dia da Poesia

Se púdessemos, aqui na sala era sempre Dia da Poesia! É sempre uma festa quando a professora propõe a criação de um poema. Hoje, integrado na Semana da Leitura, foi um dia de versos, com ou sem rima mas com muita emoção em cada palavra. Partimos dos títulos de poemas do livro "Fadas Verdes",de Matilde Rosa Araújo e, como sempre, a poesia inundou a sala, saindo depois dela, com a nossa leitura dos poemas criados pelas outras salas. 
Ficam aqui alguns, como amostra...

Porquê?
Porquê não ter de sorrir?
Porquê não ter de andar?
Hei-de ter coragem e não fugir
Hei-de ter coragem e não chorar. 
Porquê não ter dúvidas,
Exclamar e perguntar?
Talvez as respostas estejam
Em palavras mudas
Para nos fazerem encantar.
 Porquê haver a doença
E nos fazerem parar?
Porquê haver a pobreza
E nos fazerem chorar?
Porquê haver solidão
E nos fazerem desesperar?
Porquê não haver coração
Para nos fazer amar?
Rita

O silêncio
O silêncio é…
Um pássaro que voou,
É um pensamento,
É uma palavra
Que do dia para a noite tudo mudou!

O silêncio é…
O bater do coração,
É uma dança
Que encanta todos os olhares!

O silencio é o dia,
As árvores a baloiçar,
Os pássaros a chilrear,
As abelhas a voar de flor em flor.

O silencio é a noite,

As flores a fechar,
Uma brisa que anda pelo ar.
Uma melodia de encantar!

O silencio é a magia,
 Que há entre nós!
Sílvia 
                                     
  A casa na lua
A casa na lua é…
…. Mais brilhante do que o sol,
É divertida e sorridente.
De lá posso ver a Terra, Marte e Úrano,
De lá posso ver o sol a brincar com Mercúrio
Todos alegres e felizes.
A casa na lua parece uma casa normal,
Mas quando entramos lá dentro podemos imaginar
De lá vemos as estrela lá no céu  a brilhar,
Vemos o céu infinito.
A casa na lua também  tem sentimentos,
 E um grande coração.
Lá, nessa casa podemos viajar,
Sonhar sem parar.
Se eu estou triste ou desanimado,
Posso sempre confiar na minha amiga.
Ela ensinou-me a voar,
Ensinou-me a nadar para o fundo do oceano.
A casa na lua é uma amiga que eu vou guardar …
No meu CORAÇÃO!
Tiago
A cor do silêncio
A cor do silêncio
Pode ser…
Vermelha, da cor do coração!
Azul da cor do viver.
Pode ser de todas as cores...
Branca como a neve.
Verde da cor da esperança!
Amarela como o sol.
A cor do silêncio
Pode ser…
Alegre como o som da poesia.
Linda, podes crer!
Como a cor do vento que eu sentia.
Bruna
  Alegre menina
Alegre menina,
Não pára quieta
Faz tantas vezes o pino
Que até parece pateta!
Alegre menina
Dança e salta,
Tem um sorriso na cara
Que a faz parecer mais alta.
Alegre menina
Tem uma magia genial
Faz tanta gente contente
Que nem parece real!
Ana
 
Silêncio
O silêncio é escuro
Tem vida escondida
Não se ouve um pássaro
Com as suas canções harmoniosas
nas vozes dos seus cantores.

 O silêncio é uma música
Harmoniosa mas sem sons
 Uma melodia radiosa
Como uma pétala de rosa
A flutuar no mar.
João
 
A cor do silêncio
A cor do silêncio
É castanha
Como o tronco das árvores
Da floresta 

A cor do silêncio
É verde igual às florestas
Às folhas e à relva
Muito verdejante.
Rafael

A cor do silêncio
A cor do silêncio
É a harmonia do céu,
É a paz do mar,
A esperança da lua.
A cor do silêncio
É bonita quando estamos bem,
É feia quando estamos zangados,
Ou sentimos solidão.
Cátia

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Poema de Natal

Em casa cada um criou um poema de Natal e hoje, na sala, fizemos um poema coletivo. Ficou muito bonito!

Natal

O Menino Jesus nasceu
A alegria está no ar!
Logo que anoiteceu
Surge uma estrela a brilhar
Ela indica o caminho
Para quem o quiser visitar.


Maria, com carinho,
Seu filho está a embalar.
José muito meiguinho
Para Jesus vai cantar
E logo sorri o menino
Por ter família tão bela!


Cantam-lhe os anjos um hino
E ganha mais brilho a estrela.

Menino Jesus, neste dia,
Traz ao mundo o teu amor,
Traz a paz, traz a harmonia,
Faz esquecer a guerra e a dor!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A poesia é uma árvore

Esta semana lemos um texto de José Jorge Letria "Poesia", retirado do livro "A casa da poesia". Nele a poesia era comparada a uma casa. Hoje fizemos um poema em rede usando para a poesia a imagem da árvore. A professora escreveu a primeira frase e cada um foi acrescentando um verso. O resultado foi este lindo poema...

A poesia é uma árvore


A poesia é uma árvore
Toda feita de versos.
É uma árvore feita de magia,
Fascinante e maravilhosa,
Uma árvore cheia de sonhos para entregar.


É uma árvore com folhas verdinhas
Como o verde das algas e da relva linda do jardim
É a árvore que nos dá ideias para escrevermos,
Escrevermos poemas mágicos
E cantar e bailar ao som do poema,
De um sonho leve como uma pena.
É uma árvore de muita fantasia,
Uma árvore que dança sobre a poesia.
A árvore do mundo da imaginação
É uma árvore que dança ao som do luar,
É uma árvore que balança ao sabor da brisa
E no seu balanço lança palavras.


A poesia é uma árvore
Que nasceu dentro de um sonho.
É uma árvore que brilha no jardim,
Uma árvore que nos dá ideias
Para a vida colorir!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A poesia no Outono

Estivemos a falar do Outono e cada um fez o seu poema. Depois, escolhemos uma frase que escrevemos numa tira de papel. A professora leu as frases e começámos a ordená-las, criando um poema único. Ficou muito bonito, como podem ver!

Outono…



No Outono as folhas vão caindo
caem pelo chão, arrastadas pelo vento.
Às vezes, saltam das árvores, levezinhas como uma pena,
São tão bonitas!
Como eu gosto de brincar com as folhitas,
um arco-íris amarelo, vermelho e castanho!
O vento põe-se a cantar
e as folhas a voar, pelo céu e pelo ar.
As castanhas tão boas
saltam dos castanheiros.
e as crianças brincam com elas no S. Martinho.
No Outono
as gotinhas sobem e depois…
Puf! Lá vão elas muito contentes.
As andorinhas partem para países mais quentes
mas os passarinhos cantam com a sua voz de encantar.
É a alegria de viver a vida!
O Outono é lindo!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Dia do Coração

Hoje assinalámos o Dia do Coração.
Por acaso, em Estudo do Meio, andamos a falar da nossa saúde e do nosso coração. Hoje falámos do coração mas no mundo da poesia.
Ficam aqui dois poemas, o da Bruna, o da Sílvia e o do Ricardo. Todos podem ser vistos no seu aspecto final.

O coração é valioso para mim, para ti e para nós...
O coração tem uma voz que eu ouço dizer:
- Tens que cuidar muito bem de mim
pois sou muito teu amigo!
O coração guarda as memórias das pessoas
de quem tenho saudades...
O coração é a luz das minhas tristezas,
das minhas alegrias.
e dos meus esquecimentos...
O coração guarda a vida e a morte!
O coração já tem
um destino de morte marcado.
Mesmo assim, tenho que cuidar bem dele...
Bruna

O coração é um bater
que está dentro de nós.
O coração dá-nos a luz.
Se não tivermos cuidado,
pode ficar doente.
O coração também tem sentimentos...
Às vezes fica feliz
com o carinho do pai e da mãe.
Outras, deprimido com algumas coisas...
O coração é especial para mim.
E para ti?
Sílvia

Coração com alegria
O meu coração está a bater
Rir, ou chorar
A mãe começa a mimar-me
Com as suas mãos de amor
Ao ver-me chorar
Ou a pensar!
Ricardo


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mais pirilampos...


A colocação de trabalhos no blogue dá muito trabalho, sobretudo se houver muito texto, como é o caso dos nossos pirilampos. Na aula não dá para os passar todos por isso vão em partes. O segundo grupo aqui está, com os poemas que faltavam

Eles são brancos
Iluminam todos os cantos
Pois, são os pirilampos!
Eles são como a luz do sol
Brilham como as estrelas
Levam-me a um mundo de magia
Estás sempre a sorrir, pirilampo
Gosto muito de ti!
                                                  Sílvia

             Pirilampo, és um encanto
             Insecto luminoso
          PiRilampo, iluminas o jardim
             Iluminas o meu coração
             Lembras-me uma estrela encantada
            Apaixonas os animais
            Mal vêem o teu brilhar,
            Primeira vez que te vêem
         TOdos adoram o teu brilho!
                                                Vânia

Os pirilampos dão luz

São tão fofinhos!
São pequenos
São difíceis de encontrar.
Só se vêem no escuro,
Só saem de casa à noite.
As luzes dos pirilampos
Parecem uma estrela!
                                              Cátia



        Pirilampo, és tão lindo
        Iluminas a noite escura
AmoR, tu me dás,
        Isso, com o teu brilho
        Luz tu me dás
       Amo-te, pirilampo,
       Muito gosto de ti!
       Pareces uma estrela,
      Olho para ti e sorrio!
                                            Luísa

                                                      Pirilampo pequenino
Iluminas a minha relva
Relva que fica brilhante.
Isso faz-me imaginar.
Levas-me a ver uma estrela
A brilhar no meu jardim.
Muitas vezes te procuro
Poucas vezes te encontro.
Olho para ti e sorrio!
                                            Filipa


       Pirilampo, dá às asas,
 Que Insecto tão estranho!
     PiRilampo, tu tens brilho
      PIrilampo, és tão lindo
 Que Lindo insecto!
        Andas nos campos
Que Meigo!
        Pirilampo, brilha à noite
    VOa com as tuas asas.
                                           Rúben


                  Pirilampo
       Tão brIlhante
              SoRrio a olhar para ti
                PIrilampo, pirilampo
      Trazes Luz que ilumina
                  A estrada da noite
   Tu voas Muito com a luz acesa
   De dia, aPagas a luz
Ó pirilampO, és tão bonito!
                                          Cláudio


             Pirilampo pequenino
             Iluminas o meu jardim
             Recordo-me do teu brilho
O teu brIlho é tão bonito!
            ILuminas a minha casa
             À noite iluminas o céu
       És Muito bonito
             Podes iluminar a natureza
     GostO muito de ti!
                                  Ricardo

        Pirilampo, és tão bonito
 Que Insecto pequeno
        Recordo a tua luz.
      PIrilampo, por que dás luz?
 Que Linda luz!
        Atrais as pessoas
Que Meigo, o pirilampo!
    Ó Pirilampo, que luz tão brilhante!
       Olá, pirilampo!
                                           Rafael

terça-feira, 25 de maio de 2010

Pirilampos...

Os Pirilampos invadiram a nossa sala! E de dia, o que ainda é mais estranho!...
Um dos textos do nosso livro falava de uma família de pirilampos que morava debaixo de umas pedrinhas. Fomos procurar imagens de pirilampos e tentar saber mais alguma coisa sobre eles.
Alguém sugeriu que fizéssemos um poema sobre os pirilampos e a professora concordou. Alguns nasceram de acrósticos com a palavra PIRILAMPO.
Ficam aqui os nossos poemas e as "fotografias" que deles críámos.

Os pirilampos
nas noites de luar,
num cantinho do jardim
aparecem a voar.
Brilham vomo as estrelas
mais bonitas do céu,
São bonitos como a luz
que trazem na cauda.
Iluminam todas as estrelas
e o meu mundo
com luz e cor.
 Ana

                             Pirilampo, tu és bonito
Iluminas a noite toda de estrelas
Respondes a todas as pessoas
Isso, com a tua luz.
Levas-me a ver uma estrela.
Adora sonhar contigo
Mas às vezes, não te vejo
Porque estás bem escondido
Onde não te posso encontrar!
                            Marta


Os pirilampos
andam contentes a voar pelo céu.
Os pirilampos são a luz
da vida e do coração.
Às vezes até são do amor!
Brilham como uma estrela,
são como o luar
e o estrelado do céu azul.
Os pirilampos são a luz
que fica no meu coração.
A estrela do pirilampo
também fica no meu coração
e na memória da paz.
Bruna

Na cauda dos pirilampos
havia uma luz bonita
mas nos campos, todos juntos
essa luz era ainda mais querida!
Na casa dos pirilampos
há uma pedra
onde eles podem dormir.
daquela pedra
eles nunca vão cair.
Os pirilampos brilham
como uma estrela
Ficamos com os olhos brilhantes
com essa luz, ao vê-la.
Rita


               Pirilampo, tu brilhas
               iluminas a noite escura
            Pirilampo, és bonito
Adoro-te imenso
              Iluminas todo o mundo
               a tua alma é como a minha
          Armas, tu não tens, pirilampo
               puseste o teu coração no meu
          Adora-te, toda a gente!
Daniela


                                                       O pirilampo é lindo, a voar
como a estrela da noite.
O pirilampo  é a noite
a estrelar.
Contigo eu sonho em paixão
Pirilampo, danças com a luz a brilhar!
Um pirilampo pode brilhar numa pessoa
O pirilampo namora com a noite.
Sem a noite, eu não via o pirilampo
O amor vem do pirilampo
                                                                                                       Tiago


Pirilampo, tu és lindo
Iluminas tudo, todos os dias
Recordo a tua luz nos meus sonhos
Imagino-te em todo o lado
Lanças a tua luz à noite
Adoro o teu brilho
Mais bonito do que tu, não há!
Pirilampo, és querido
Ouço-to toda a noite

És o mais bonito
de todas as noites
da minha vida!
Maria



Um pirilampo estava muito só
ele bem queria ter amigos para brincar
mas naquela floresta, o único animal era ele!
Mas um dia decidiu viajar para outra floresta
encontrou outros pirilampos para brincar
e ficaram amigos muito depressa!
Samuel

segunda-feira, 3 de maio de 2010

À maneira de Luísa Ducla Soares

Uma das nossas escritoras preferidas é Luísa Ducla Soares. Nas aulas lemos muitos poemas dela e sempre gostamos deles.


Estivemos desta vez a explorar o poema “Se” e trabalhámos uma proposta apresentada num livro auxiliar de escrita: havia um conjunto de palavras (gatos, rodas, penas, mão, carros, bonecas, vida, asas, cadeiras, cores, mundo e janelas) e com elas criávamos o nosso poema “Se”. Até a professora fez o dela.

A Bruna e a Cátia são muito rápidas e então andaram a ajudar os mais atrasados.

Foi engraçado ouvir os poemas de todos, ficaram muito bonitos! Uns são engraçados, outros são sérios, e todos mereceram palmas.

Assim é fácil criar um poema!




Se os carros em vez de rodas tivessem pernas

Se as pernas das cadeiras andassem até às janelas
Se nas janelas houvesse gatos às cores e com asas
Se as bonecas tivessem vida
Se a vida do mundo inteiro
Estivesse na minha mão
Não haveria guerras
E todos nós seríamos felizes!
Samuel

Se as rodas tivessem gatos,
Eu podia aquecer nelas os meus pés.
Se as mãos tivessem penas,
Eu fazia cócegas à mãe quando me pegasse ao colo.
Se os carros tivessem asas
Eu conhecia o mundo
Todo, todo, num segundo.
Se as cadeiras tivessem vida,
Seguravam-me bem quando adormecia.
Se as bonecas se sentassem às janelas
O mundo tinha mais cores e eu sorria
Porque era mais bonito o dia!
Professora Margarida

Se eu tivesse penas,
Ao tomar banho, a minha mão escorregava do chuveiro.
Se os carros tivessem cadeiras feitas de bonecas,


Se as asas tivessem cores,

O mundo dava vida às janelas!

Se os gatos tivessem rodas

Tinham muita piada!

Bruna



Se as bonecas tivessem penas,

Se as penas tivessem gatos,

Se os gatos tivessem carros,

Se os carros tivessem vida,

Se a vida tivesse janelas,

Se as janelas tivessem rodas,

Se as rodas tivessem cores,

Se as cores tivessem asas,

Se as asas tivessem mão,

Se a mão tivesse o mundo,

Se o mundo tivesse bonecas,

Se as bonecas tivessem cadeiras,

Podiam ficar sentadas,

A ouvir este poema!

Cátia



Se os gatos tivessem penas

Se as penas tivessem cores

Se as cores tivessem janelas

Se as janelas tivessem vida se a vida tivesse mãos

Se as mãos tivessem bonecas

Se as bonecas tivessem carros

Se os carros tivessem cadeiras

Se as cadeiras tivessem rodas se as rodas tivessem asas

Voavam pelo mundo!

Rúben


sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dia da Mãe



Esta semana trabalhámos para o Dia da Mãe. Decorámos uma escova de cabelo muito linda que foi colocada num saco de pano, também muito bonito.
A ráfia que fechava o saco leveva um cartão com os poemas criados para a mãe. Ficaram todos muito bonitos! Quando os leram à turma, todos os colegas diziam: "Muito Bom", "Excelente". Eu tive que concordar sempre com as avaliações feitas pois surgiram poemas delíciosos.


Ficam aqui todos, pois acho que vale mesmo a pena ler...

Mãe, dou-te a minha alegria

E o amor que tenho por ti!

Mãe, vamos ao passeio da flor
Na flor nasce a vida!


Mãe, és como a lua cheia
No dia da mãe

Mãe, dá-me os teus olhos castanhos
Para comer chocolate de amor!


Mãe, dá-me a estrela que está no céu
Desenhada, com a tua cara.
Tiago

A minha mãe, é linda como a lua
Cheira bem como uma rosa.
Mãe, tu mereces diamantes brilhantes, ternura,
Amizade e carinho…


Eu colho estrelas, a lua,
Flores, o meu amor e o meu coração!
O teu sorriso e o teu olhar, mãe,
São diamantes escondidos no meu peito.
Bruna


Os olhos da minha mãe
São daquele castanho
Radiantes, como um diamante.
Mãe, vou gostar do teu olhar,
Sem nunca parar!


Mãe querida, amo-te,
És um coração.
Vou correr, brincar,
Com os teus olhos,
De tão lindos que eles são!
Luísa



- Mãe, dás-me o teu sorriso tão belo?
- Dou-te, filha, o meu sorriso e os meus olhos!


- Mãe, dás-me a tua boca?
- Dou-te filha, dou-te a minha boca e o meu coração!


- Mãe, dás-me um beijo?
- Dou-te, filha, um beijo e a minha vida também!
Vânia